terça-feira, 21 de setembro de 2010

Debate do jornal Brasil de Fato será nesta terça

No dia 21, acontecerá um debate entre os presidenciáveis da esquerda, promovido pelo jornal Brasil de Fato. O candidato do PSTU, Zé Maria, confirmou presença e apoia a iniciativa. O evento será transmitido pela internet na página do Brasil de Fato. Os sites do PSTU e de Zé Maria também terão link para assistir ao debate ao vivo.

A iniciativa visa se contrapor à falta de democracia. “A mídia corporativa cumpre um papel fundamental nesta mediocrização das campanhas eleitorais”, diz, em nota, o jornal.




O Brasil de Fato convidou Dilma Rousseff (PT), Ivan Pinheiro (PCB), Marina Silva (PV), Plínio Arruda Sampaio (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU). Estão confirmadas as presenças de Ivan Pinheiro (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU). Evidentemente, Dilma e Marina não aceitaram o convite. Isso apenas confirma que essas candidaturas não fazem parte do campo da esquerda. Como as demais, dependem dos milhões que são doados pelas grandes empresas e bancos e, portanto, estão amarradas aos interesses dos mesmos.

O que causou surpresa, porém, foi o comunicado de ausência de Plínio. O candidato do PSOL declarou que não tinha espaço na agenda. No mesmo dia, Plínio participará de um evento no Instituto Ethos, uma entidade empresarial. O PSOL também não participou das reuniões convocadas pelo Brasil de Fato para definir o debate, em que teria a oportunidade de propor outra data.

A iniciativa do jornal Brasil de Fato será, mais do que um debate, um protesto à ditadura da mídia. Segundo a nota, o jornal diz, corretamente, que “A cobertura limita-se exatamente a aqueles com os orçamentos milionários, a linha editorial prioriza as trajetórias e características pessoais dos candidatos”.


Como vai funcionar?

O debate terá cinco ou seis blocos, ainda a definir, em que cada candidato terá três minutos para responder as mesmas perguntas. Em dois ou três blocos, as perguntas serão feitas por um mediador do Brasil de Fato.

No bloco seguinte, jornalistas farão perguntas aos candidatos. Em outro bloco, as perguntas serão dos internautas coletadas nos dias que antecedem o debate. Todos os candidatos terão um tempo para fazer as suas considerações finais.

O debate será realizado no auditório da Ação Educativa, no dia 21 de setembro, às 21h. “A ideia é que seja um debate para a mídia”, diz Nilton Viana, editor do Brasil de Fato, em entrevista à Radioagência NP.

A transmissão será feita pelo site do Brasil de Fato e rádios e TVs comunitárias. O jornal convoca outros veículos de comunicação da imprensa alternativa e popular a se somarem a essa atividade.


SERVIÇO
Data:
21 de setembro
Local: Ação Educativa (Rua General Jardim, 660 – Vila Buarque, São Paulo – SP)
Credenciamento de imprensa: agencia@brasildefato.com.br


Retirado do Portal Zé Maria Presidente

Chapa apoiada pela CSP-Conlutas vence eleições do sindicato dos metroviários de São Paulo

São Paulo, madrugada do dia 18 de setembro, sábado, por volta de 1h20 da manhã. O atual presidente da CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil) e candidato à reeleição, Wagner Gomes, anuncia a vitória da chapa 2 “Oposição, é hora de mudar”.

Nesse momento, uma explosão de alegria toma conta dos militantes da oposição que se encontravam na quadra do Sindicato dos Metroviários, onde estava sendo realizada a apuração da eleição.

Após o anúncio, Altino de Melo fez uma breve saudação aos militantes e, já como novo presidente do sindicato, conclamou a unidade em defesa dos metroviários. A chapa 2 obteve 53% dos votos válidos, contra 47% da chapa 1.


Sindicato de referência

No dia 26 de agosto o sindicato dos metroviários completou 29 anos. É um sindicato de referência nacional no setor de transporte e um dos mais importantes do país. A categoria tem por volta de 8.600 metroviários, sendo 6.640 associados.

A “Chapa 2, Oposição é Hora de Mudar”, obteve 2.650 votos, ou 53%, e a Chapa 1, “Sindicato no Rumo Certo”, 2.321 votos, ou 47%. Votos brancos foram 28 e nulos 187, totalizando 5186 participantes. A chapa 2 foi composta pela CSP-Conlutas, Intersindical, a corrente “Unidos Pra Lutar” e dois outros grupos independentes, um deles ligado ao setor da segurança. A chapa 1 foi formada pela CTB e a CUT.

A campanha foi marcada por um debate sobre os problemas da categoria. No meio do processo, a direção do sindicato baixou o nível e partiu para ataques pessoais, mas o mais importante é que a categoria participou ativamente da eleição e não se intimidou.

Para falar dessa histórica vitória, falamos com Altino de Melo Prazeres Júnior, que encabeçou a chapa 2, e é militante do PSTU e da CSP-Conlutas.


Portal do PSTU - Qual a importância dessa vitória para o movimento dos trabalhadores de São Paulo?

AltinoEm primeiro lugar, quero dizer que vamos cumprir com nossos eixos de campanha que tem, entre outros pontos, a necessidade de devolver o sindicato para as mãos dos metroviários, pois a atual diretoria estava muito distante da base. Esse sindicato, que é uma referência para as lutas, estava atrelado ao governo Lula, e fazendo parceira com a empresa. Agora vamos defender os interesses dos metroviários, porque vamos ser independentes dos governos, sejam eles quais forem.


Como foi a formação da chapa?

Nós primeiro propusemos formar uma chapa nas áreas, os trabalhadores escolheriam os diretores e quem encabeçaria a chapa. A atual diretoria não aceitou. Então propusemos para a oposição realizar uma prévia pela base entre as correntes da oposição e, nessa prévia, também se escolheria o encabeçador da nossa chapa, que tinha três companheiros concorrendo. Mas o Metrô não permitiu a realização da prévia. Então não houve outro jeito a não ser fazer uma convenção para escolher o presidente de chapa. As outras correntes retiraram os nomes ficando só o meu.


A que você atribui a vitória?

Em primeiro lugar, à categoria que confiou no nosso projeto, que é de construção de um sindicato independente dos governos e que lute pela categoria, pois estamos sendo atacados pela empresa e o nosso sindicato não reagia a esses ataques. Para se ter uma idéia, em todo o país as categorias estão conquistando aumento real aqui não conseguimos nem a reposição da inflação.


Como será a convivência entre as correntes?

Da melhor forma possível, organizaremos o trabalho do sindicato através de comissões de base. A organização de base é quem de fato decidirá o rumo de categoria em cada momento, e também através de suas assembléias.


E sobre a filiação do sindicato à CTB, já que você é da CSP–Conlutas?

Faremos um amplo e real debate na base e só depois a categoria vai decidir o que fazer.


E agora?

Agora vamos arregaçar as mangas e dar prosseguimento ao trabalho que já vínhamos fazendo. Quero aqui agradecer a todos aos militantes das outras organizações, mas quero mandar um agradecimento especial aos militantes do PSTU que muito ajudaram nessa vitória histórica.


Retirado do Site do PSTU

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Viva el estudiantazo

A estudante Camila Lisboa, do PSTU e da Comissão Executiva Nacional da ANEL-Livre, está na Argentina acompanhando as mobilizações estudantis naquele país. Leia o relato da companheira ao blog da ANEL


Buenos Aires presencia uma luta estudantil muito forte protagonizada pelos estudantes secundaristas e fortalecida pelos universitários de diversos cursos. Hoje, há 22 escolas secundaristas ocupadas, tomadas pelos estudantes e controladas por eles, além da ocupação dos prédios de Ciências Sociais, Filosofia e Letras, Educação Física, além do apoio e luta dos estudantes de Medicina e Engenharia. Cheguei a Buenos Aires no dia em que ocorreu uma Assembleia de 3000 estudantes, entre universitários e secundaristas.

O motivo fundamental que fez a juventude argentina sair às ruas e radicalizar a luta com as ocupações foi a terrível condição física dos prédios públicos que abrigam as escolas secundaristas e os prédios da Universidade de Buenos Aires (UBA). O prédio da Medicina, o único que conheci por enquanto, é o melhorzinho e está literalmente caindo aos pedaços, completamente abandonado. Muitos estudantes no Brasil imaginam o que é essa situação. Conheço algumas universidades caindo aos pedaços no Brasil, mas nenhuma se compara ao prédio da Medicina da UBA, e isso porque dizem por aqui que é o melhorzinho.


Secundário, carajo!

Ainda não fui a nenhuma escola secundarista ocupada, apenas passei na frente de uma, mas deu para imaginar as condições físicas: é um prédio bastante abandonado. Talvez essa terrível condição objetiva tenha colocado os estudantes secundaristas de forma tão heróica a frente desse processo. A turma está muito radicalizada. Tiveram de sair mais cedo da Assembléia de ontem, para voltarem para as ocupações. Ao saírem, a Assembléia toda entoou em coro: “Secundario, carajo!”, saudando a combatividade dos "tikos".


Qualquer semelhanca não é mera concidência

A luta se enfrenta diretamente com o governo de Cristina Kirchner que, apesar das propagandas - em cada obra pública, há uma grande placa com o nome da presidenta e um símbolo de seu governo dizendo "Argentina para Todos" - é a grande responsável por essa situação. O investimento em Educação é escasso, a reivindicação histórica por aqui, de muitos anos, é que se triplique o investimento e o governo nunca chegou perto disso. Segundo o economista argentino Axel Kicillof, o dinheiro investido hoje sequer permite pagar serviços como, luz, gás, telefone, que dirá comprar livros, equipamentos para as escolas e universidades.

Cristina Kirchner também é responsável pela manutenção da LES (Lei da Educacao Superior), que foi sancionada pelo governo Menem, em 1995. Segundo esta lei, o investimento nas universidades se darão com base na produtividade da mesma, e quem avaliaria esta produtividade seria uma comissão composta por representantes do governo. A Lei também permite que haja convênios entre as universidades e instituições privadas interessadas no desenvolvimento de determinadas pesquisas.

Se lermos os recentes decretos do governo Lula e a MP 495, veremos que é praticamente o mesmo texto e o que respalda ambas iniciativas é a busca pelo desfinanciamento estatal da Educação.

Uma das principais diretrizes do Banco Mundial para a Educação é orientar que os governos "diversifiquem a forma de financiamento", não restringindo a responsabilidade sobre o Estado. Claramente este projeto está serviço de transformar a Educação em uma mercadoria, disponível para quem pode pagar. Este projeto está mostrando suas conseqüências na Argentina e no Brasil, assim como em outros países, que também presenciam planos semelhantes. Os estudantes argentinos estão mostrando como a juventude pode reagir.


Direita tradicional tambem tem responsabilidade

A luta também se enfrenta com o governador (cargo equivalente ao que chamamos de prefeito) da cidade de Buenos Aires, Maurício Macri, do PRO, partido de oposição ao governo Kirchner. Os secundaristas se enfrentam diretamente com este governo, pois o financiamento das escolas é de maior responsabilidade do governo local. Apesar de se intitular oposição, a política de Macri para a Educacao é a mesma de Cristina, que não garante um investimento superior para a melhoria das escolas.


Defender a luta é aumentar o investimento e revogar a LES!

Na semana que passou, Cristina Kirchner, aproveitando do enfrentamento dos secundaristas com o governo de seu oposicionista Macri, declarou apoiar as ocupações das escolas, e não se pronunciou sobre a luta universitária. É importante termos claro que qualquer declaração favorável da presidenta que não venha acompanhada da revogação da LES e da triplicação do investimento é pura demagogia, não ajudando em nada a luta estudantil.

Também foi lamentável a declaração do dirigente Pino Solanas, que orienta a corrente Proyecto Sur, um dos setores de oposição de esquerda ao governo, condenando as ocupações. Isso promoveu a uma de suas militantes uma tremenda vaia em uma assembleia.


Que cagazo! Que cagazo! Trabajadores e estudiantes como en el Cordobazo!

Este foi o grito entoado pelos estudantes após a saudação dos companheiros ligados a lutas importantes, como a Kraft Terrabusi e Paraná Metal. Os metalúrgicos da Paraná Metal se mobilizam há dois anos e hoje se enfrentam com o plano da empresa de demitir 600 companheiros, além de baixar o salário de quem ficar.

A batalha que está se dando é de que esses processos se unifiquem e que se confluam num questionamento global ao governo e ao sistema econômico que superexplora os trabalhadores e não deixa a juventude nem estudar, nem trabalhar.


Por um grande dia 16!

O dia 16 de setembro está na memória daqueles que se enfrentaram com a ditadura argentina e com aqueles lutadores que surgiram depois desse processo, mas se referenciam na combatividade dos lutadores do passado. No dia 16 de setembro de 1976, a sangrenta ditadura argentina seqüestrou 7 dirigentes estudantis e matou 6 (jovens entre 16 e 18 anos). Desde então, todo dia 16 de setembro ocorrem manifestações em memória dos companheiros.

Neste ano de 2010, a homenagem que será feita aos companheiros será na forma de um grande enfrentamento com os governos atuais que destroem a Educação pública e não permitem que a juventude tenha acesso ao estudo.

Tudo caminha para uma grande manifestação, maior do que a que teve na última segunda feira, que contou com 5 mil estudantes. Tudo indica também que este dia irá confluir diversas lutas, como a dos companheiros de Paraná Metal, assim como os companheiros de Kraft Terrabusi e dos docentes também envolvidos na manifestação em defesa da Educação.

A Secretária de Políticas Educacionais do Centro de Estudantes de Filosofia y Letras da UBA, Luciana Danques, apresentou na Assembleia de ontem a necessidade de que depois do dia 16, construamos uma paralizacao nacional de 24 horas, para fazer o movimento avancar e impor uma derrota ao governo. Essa proposta foi muito importante porque a FUBA (Federacao Universitária de Buenos Aires) naum apresentou nenhuma proposta concreta que aponte esse avanco, brecando as expectativas do movimento no dia 16, que por ser um dia chave, tem que ter perspectiva. Outros setores influentes também pouco concretizaram um plano concreto pro desenvolvimento das lutas.


A saudação da ANEL

Foi muito bacana saudar a assembleia dos estudantes. Fui a primeira a falar, e todos os 3000 estudantes pareceram receber muito bem a presença de uma representação do Brasil em solidariedade à luta deles. Os secundaristas agradeceram bastante e também foi importante dizer que sofremos as mesmas coisas nas escolas e universidades brasileiras.


Retirado do Site do PSTU

Dia 16/09 é dia do "Contra burguês"!


No dia 16/09, o PSTU estará realizando o “Dia do Contra Burguês, Vote 16”. Na ocasião, os candidatos do PSTU irão às ruas para dialogar com os trabalhadores e a juventude, apresentando-lhes um programa socialista, o único capaz de promover de fato uma transformação social que atenda os interesses da maioria. Será no Calçadão da Rua João Pessoa, no centro de Natal, às 16h.

Logo mais, às 18h, na sede do PSTU, o partido promoverá a palestra “Vivemos mesmo em uma democracia?”, ministrada pelo candidato a Deputado Federal Juary Chagas. É uma oportunidade dos trabalhadores e da juventude terem contato com a análise da sociedade sob uma ótica marxista e, assim, entenderem porque embora se diga que vivemos em uma democracia, a igualdade de tratamento e de oportunidades é impossível em uma sociedade estruturada com base no capitalismo.

Tod@s estão convidad@s!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

O debate da esquerda e a lamentável ausência de Plínio

Candidato do PSOL falta ao debate mediado pelo jornal Brasil de Fato para participar de evento de entidade empresarial


O jornal Brasil de Fato e partidos da esquerda socialista, como o PSTU, o PCB e o PCO irão realizar, no próximo dia 21, um debate entre os candidatos à Presidência que se colocam no campo do socialismo. Será um evento para divulgar as candidaturas da esquerda e, mais que isso, denunciar o autoritarismo da grande mídia, que simplesmente veta esses candidatos, reproduzindo uma falsa polarização entre Dilma e Serra, tendo Marina Silva como coadjuvante.

Será um importante ato contra a ditadura da grande imprensa e a esse sistema eleitoral injusto, que ao mesmo tempo em que impõe as duas principais candidaturas ao eleitorado, nega à população o direito de conhecer todos os candidatos e suas ideias. Infelizmente, o debate terá um grave desfalque. Após silenciar sobre os insistentes pedidos de uma reunião envolvendo o jornal e os partidos de esquerda, o PSOL acaba de declarar oficialmente que não participará.


O que é isso companheiro?

A forma com que os militantes da esquerda ficaram sabendo sobre a participação ou não de Plínio no debate dá uma ideia da postura do PSOL. A Folha de S. Paulo desse dia 12 de setembro havia publicado uma nota cujo título era “Plínio esnoba debate da esquerda”. Diante disso, o candidato divulgou, no dia 13, uma nota contestando a matéria do jornal. Nela, porém, afirmava que não participaria do debate, por “problemas de agenda”, já que, segundo Plínio, já tinha compromisso agendado no dia 21.

O candidato do PSOL, assim, nem ao menos respondeu ao chamado do Brasil de Fato e das organizações de esquerda. As pessoas ficaram sabendo de sua posição só porque o PSOL divulgou nota à Folha de S. Paulo. Tampouco a justificativa do candidato para sua ausência é convincente. Houve já duas reuniões entre o Brasil de Fato e os partidos de esquerda (PSTU, PCO e PCB), das quais o PSOL foi convidado, mas simplesmente não enviou representantes. Tais reuniões definiram os critérios do debate e questões como a própria data. Se Plínio já havia se comprometido no dia 21, bastaria propor um outro dia para o evento, de acordo com sua agenda.

A ausência nas reuniões, no entanto, deixa explícito que o PSOL desde o início não queria participar do debate. Posição extremamente contraditória, já que Plínio diversas vezes reclamou publicamente do pouco espaço que a mídia lhe confere na cobertura eleitoral. Só nos resta chegar à conclusão que a candidatura Plínio não quer “se misturar” com os demais candidatos da esquerda socialista. Não quer se ver associado também ao jornal que se coloca claramente no campo da esquerda e que é referência na cobertura dos movimentos sociais.

Ao ter presença garantida nos debates da TV devido ao fato de seu partido possuir parlamentares no Congresso, Plínio talvez já se considere parte do grande esquema eleitoral, ou o “mainstream” político. Talvez por isso também abdique de criticar publicamente a falta de democracia nessas eleições e a ausência dos candidatos da esquerda nos debates, utilizando os espaços por vezes generosos que a grande imprensa vem lhe garantindo. Fato que só se agrava com a ausência do candidato no debate da esquerda.

É de se destacar também que o problema de agenda a que Plínio se refere na nota seja um compromisso no Instituto Ethos, uma entidade empresarial, também em São Paulo.

É um desrespeito à esquerda socialista e aos ativistas comprometidos na construção de uma imprensa alternativa e independente. A ausência de Plínio no debate mediado no Brasil de Fato é, desta forma, lamentável, assim como é lamentável a justificativa apresentada por sua candidatura. Esperamos sinceramente que o companheiro reveja sua posição e participe do debate.


Retirado do Site do PSTU